Objetivo do NY-eCronicas

Crônicas



Com certeza, crianças, poetas e, talvez, outros d'alma alhures são alguns dos que têm poder de mapear, compreender os meandros dos pequenos gestos e a partir deles extrair interessantes histórias. Não raro, a voz de um gesto, de um olhar ou da mágica de um toque quase imperceptível pode dizer e representar mais que palavras.


Excelência de uma vida nova

O início do ano é um momento em que desafios afloram. É tempo de esperança, novidade e de sonho. Os principais meios de comunicações aproveitam esse período para anunciar novidades, sugerir “receitas” de sucesso e de projeções para o futuro.
Milhares e milhares de pessoas, em meio à incerteza do amanhã e à angústia da mesmice de uma vida diária sem esperança, são atraídas por ações de crenças exóticas, com promessas oportunistas de futurologia e adivinhação.
Será que encontram solução para suas indagações?
Lembro-me do texto bíblico em que Jesus, ao ver as multidões, teve grande compaixão delas, “porque andavam cansadas e desgarradas, como ovelhas que não têm pastor”. A Palavra de Deus mostra ainda que o Senhor Jesus, tomado de íntima compaixão, curou seus enfermos, ensinou-lhes muitas coisas e saciou-lhes a fome espiritual e física.
Vejo três momentos dessas multidões bíblicas:
O primeiro é aquele em que procuraram Jesus, porque queriam ter com o Mestre. Buscavam bênçãos. Traziam coxos, cegos, mudos, aleijados, e outros muitos e os colocavam aos pés de Jesus, e todos eram curados.
Em um segundo momento, as multidões procuraram o Senhor, porque queriam ter com o Rei. Aparecem aqui clamando e dizendo: “Hosana ao Filho de Davi; bendito o que vem em nome do Senhor. Hosana nas alturas!”
O terceiro momento é aquele em que as multidões foram acionadas para levá-lo na cruz. A mesma turba que acompanhou o Mestre, que participou das bênçãos dos milagres, da multiplicação dos pães e que aplaudiu e deu glórias àquele que vem em nome Senhor, se apresentaria como juiz diante de pilatos e esbraveja a sentença contra Jesus, clamando: “Crucifica-o, crucifica-o”.
Só não participaram desse coro, os que aceitaram Jesus e já haviam sido resgatados dos caminhos obscuros das multidões para se tornarem discípulos de Cristo e experimentarem sua graça salvadora.
O tempo passou e, em que pese as descobertas científicas e as promessas de bem estar inerentes ao avanço tecnológico desses últimos 2000 mil anos, as multidões sem Jesus continuam ansiosas, desgarradas e, como ovelhas sem pastor, buscam um norte em promessas vazias de adivinhadores e futurólogos. Cegos dirigindo cegos.
Mas, ainda há esperança: a grande compaixão de Jesus Cristo.
Quando Jesus resgata alguém do meio das multidões desnorteadas, ele direciona seu caminho, conduzindo-o para verdes pastos, águas tranqüilas e veredas de justiça.
Somente em Jesus é possível experimentar uma nova jornada e uma vida por excelência, pois “se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo(2 Coríntios 5.17).

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